Ok, na infância tentava alguns jogos, até obtinha sucesso, mas não era o seu forte.
Gostava de jogos: "Cara- a- cara", "Imagem & Ação", "Jogo da Vida", "Banco Imobiliário"... Era muito boa neles.
Achou que sabia jogar. Tentou " se jogar" na vida, diversas vezes. Poucas vezes com sucesso.
Desanimava por uns períodos, voltava com "carga total" depois...
Como se fossem ciclos.
Achou que seria assim mais uma vez.
Estava errada...
O jogo perdeu a graça.
Cansou de mexer as peças.
Cansou de ser a dama do tabuleiro esperando pelo cavalheiro certo.
Quando resolvia atacar, descobria que não queria ter um adversário, colecionar peças ou coisas afins...
Jogando pode se ter quase tudo, menos companhia.
Companhia para os momentos mais simples e alegres.
Companhia para os momentos mais complexos e tristes.
Companhia para ligar só para dizer "bom dia" e não ser considerado ridículo por isso.
Companhia para apenas ficar sentado vendo TV ou fazendo nada.
COMPANHIA.
Isto, o jogo nunca havia dado a ela.
E se ela não era tão boa em jogos assim, por que insistir?
Ela não queria perder mais tempo buscando errado o que era certo para ela.
Não quer "vencer" alguém.
Não quer mexer com peças.
Definitivamente, jogos não são para ela.
Jogos só na TV, e de esportes.
Jogar com pessoas e sentimentos não bastava a ela.
Divertia, passava o tempo, nada além disso...
Enfim...
GAME OVER.
Next player?
Após ouvir um desabafo tão sincero assim, só me veio uma música à cabeça...
"PRECISO DIZER QUE TE AMO": "E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar do seu lado..."
Cazuza fala tão lindamente de amor... Impossível não lembrá-lo, e na voz de Bebel ao piano, duvido que não o emocione!
Beijocas de quem adora histórias de amor, sem jogos e máscaras.
Porque é de amor que estou falando!
Interessante esta visão de tabuleiro com dama e peças.
ResponderExcluirJogar é para o amigo de um outro conto, que aprendeu em filmes, nas ruas, todos os truques. Parece que a menina deste conto aqui, entrou de curiosa em um jogo, sem ter certeza do que lhe esperava . Ponto para ela que sabia o que queria e pulou fora do jogo em que não podia avançar de fase.
Ótima postagem.
Beijos
Cada um faz o que acha mais correto para si...
ResponderExcluirSem julgar quem faz certo ou errado...
Menina curiosa se estabaca, às vezes, mas sempre aprende algo de bom!
Obrigada pelo elogio! Ponto pra menina curiosa! Hahaha! Se ela não tivesse me contado esta história...
Beijocas!