... e vai muito além do que se vê!
Sim, mais um fds de estrada.
Estradas me fazem pensar...
De inutilidades a utilidades.
Incrível isso!
Tem horas que resolvo não pensar.
Paro tudo e relaxo.
Confesso que estes momentos são bem raros.
Uma pena, inclusive.
Mas...
Esta sou eu!
E não vejo como um defeito.
Que fique claro!
Sobre o "nada de nanda por hoje"...
Foi interessante.
Fiz tudo ao contrário do que habitualmente faria.
E surpreendi.
Não que eu não possa surpreender sendo eu mesma.
Acredite, eu posso e surpreendo!
Mas foi diferente.
Simplesmente porque não era eu.
Enfim...
De vez em quando rola.
Pelo menos no meu status atual.
O que, sinceramente, eu espero que se modifique logo.
E não me importo de mudar antes do Carnaval.
E ao contrário de pessoas espertas por aí, não tenho requisitos excludentes...
Peço só uma coisa: me faça ainda mais feliz!
O que não é difícil...
Domingo é um dia meio que reflexivo para mim.
Um "divisor" de águas para a semana que se inicia...
O que me falta?
Algo me falta?
O que devo fazer?
Tenho agido certo?
Mas por que mesmo eu fiz aquilo???
Hahahahahahaha!
Conversando no MSN, descobri que sei tão pouco dos que gosto tanto.
E sei bem pouco sobre mim também.
Eu confesso que tenho a mania de tentar entender os outros.
Ficar analisando cada gesto, palavra dita, atitude não tomada.
E o engraçado é que geralmente as coisas "não batem".
Pelo menos, eles dizem que não...
Fui ler o jornal habitual, e a colunista que curto ( eu curto sim, ok?)...
E li isso:
" (...)O que me ficou disso tudo é que somos prisioneiros não só da nossa cabeça, mas da cabeça dos outros também, do que eles pensam a nosso respeito, do que imaginam que iremos fazer, das conclusões a que chegam, das interpretações que fazem. Não há escapatória. Estamos sujeitos ao que nossas narrativas revelam, e elas nem sempre revelam nossa pureza. Estamos sujeitos ao que nossos atos revelam, e eles nem sempre revelam o que sentimos. O que somos de verdade e o que queremos de fato, só nós sabemos. Só nós. Sós.
O planeta é povoado por bilhões de solitários tentando se comunicar em meio a situações de euforia, desespero, descrença e êxtase. Quantas vezes tentaram adivinhar o que sentíamos, e erraram. Julgaram nossas ações, e erraram. Tiveram certeza sobre nossos propósitos, e erraram. Balas perdidas disparadas a esmo, bilhões tentando compreender uns aos outros e passando longe do alvo. Reverenciamos tanto a conexão, mas ela segue mais rara do que nunca.
A cabeça do outro é nosso juíz mais implacável. Acreditamos que temos controle sobre nosso destino, mas esse controle está atrelado ao pensamento do outro sobre nós, o sentimento (ou ressentimento) que ele nutre a despeito de todas as nossas boas intenções. Nossos pais, nossos amigos, nossos filhos, nossos clientes, nosso amor: tudo andará bem desde que sejamos fiéis ao que está previsto. Mas somos seres imprevisíveis por natureza, o que nos faz passar a vida inteira correndo riscos." (Martha Medeiros- A cabeça dos outros)
Louco isso, não?
Mas é verdade.
Acontece comigo.
Acontece com você também.
Em intensidades diferentes.
Acredite e não pire!
Hahahahahahaha!
Beijocas viajantes!
E eu mudei o disco... E decidi mudar todo o dia. Até que eu encontre a música que toca lá no fundo! Hahahahaha!
Feitinha para mim...
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